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Título:  
  Sobre educação e política. Hannah Arendt, o estatuto da criança e do adolescente e o homem trágico
Autor:  
  Vanessa Da Cunha Prado D'Afonseca   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFSC/EDUCAÇÃO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2006
Acessos:  
  715
Resumo  
  Por que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é uma legislação tão celebrada pelo campo educacional e tão pouco reconhecida como um direito conquistado por pais e professores? Será que isso se deve apenas à tradição conservadora que resiste à idéia da criança e do adolescente como sujeitos de direitos? Ou há algo de perverso na aliança entre educação; direito e política tão fortemente evocada pelo Estatuto? A partir da tradução de perverso como pelo verso; ou seja; como realização do contrário daquilo que inicialmente se almejou; foram avaliadas duas possibilidades: de um lado; que a pretendida formação do sujeito de direitos transformador da realidade social poderia; perversamente; encontrar-se aliada à dissolução do sujeito da (na) política; por outro lado; que o ECA; tão celebrado como uma legislação que romperia com a violência institucionalizada e legitimada contra a infância; pelos antigos Códigos de Menores; poderia; também perversamente; mostrar-se aliado da mesma separação do povo no Povo; ou da criança e do menor; denunciada como inerente à vigência dos antigos códigos. Foram norteadoras desta reflexão; a teorização política de Hannah Arendt e a descrição da constituição da subjetividade trágica por Jean Pierre Vernant e Vidal-Naquet.
     
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