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Título:  
  Avaliação da sensibilidade do ciclo diurno à física de interação superfície-atmosfera sobre a Região Metropolitana de São Paulo
Autor:  
  Samantha Novaes Santos Martins   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  USP/METEOROLOGIA
Área Conhecimento  
  GEOCIÊNCIAS
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  503
Resumo  
  Neste trabalho foram utilizadas duas parametrizações de Camada Limite Planetária (CLP) disponíveis no MM5 (Mesoscale Model vs. 5) para estudar a evolução diurna do vento e da temperatura na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Uma das parametrizações é de fechamento de ordem 1 não-local (BLK) e a outra de fechamento de ordem 1;5 (GS) local e que faz o prognóstico da Energia Cinética Turbulenta (ECT). O período de estudo corresponde aos dias 30 e 31 de outubro de 2006; coincidindo com a Campanha de Primavera; experimento do Projeto Políticas Públicas em que foram lançadas radiossondagens meteorológicas e de ozônio. Foram analisadas 4 previsões do MM5; com domínio centrado na cidade de São Paulo; iniciadas às 00z do dia 30 de outubro de 2006; sendo 2 previsões para cada parametrização da CLP; uma com e outra sem assimilação de dados de estações de superfície e de radiossondagens dos aeroportos Campo de Marte e Galeão. Além disso; as previsões do MM5 foram utilizadas como campos para o modelo fotoquímico CIT (California Institute of Technology); para estudar a formação e dispersão do Ozônio. A análise sinótica para o período mostrou que não houve a presença de sistemas frontais sobre a região de estudo. As previsões caracterizaram a presença da brisa marítima sobre o Estado de São Paulo; além de circulações vale-montanha. A parametrização GS simulou maior penetração da brisa marítima na RMSP; devido a maior temperatura simulada por este esquema. Com relação ao ciclo diurno de temperatura; a parametrização GS previu temperaturas maiores do que a BLK; principalmente no horário de máxima temperatura. A parametrização GS também apresentou maiores temperaturas do ponto de orvalho que a BLK; principalmente durante o dia e no horário de máxima temperatura (as diferenças foram de até 4ºC). A diferença na temperatura pôde ser explicada pelo cálculo da ECT; prognosticada pela parametrização GS; em que o termo de produção térmica seria o responsável pelo transporte vertical do calor sensível; mantendo a temperatura mais elevada no esquema GS. Quanto à estrutura vertical; a parametrização GS é mais úmida próximo à superfície e durante o dia. Com relação à estrutura vertical do vento; os dois esquemas apresentaram a existência de jatos noturnos em torno de 500m de altura; com maiores intensidades no esquema GS. A assimilação de dados não provocou muitas diferenças ao longo da integração no primeiro dia de previsão; o que sugere que a dinâmica interna do modelo tenha tido dominância. Outros fatores são o baixo número de estações para assimilar. Quanto às analises do CIT utilizando campos do MM5; conclui-se que é possível fazer uma boa previsão da formação e dispersão de poluentes; tal como o ozônio; na RMSP através de dados meteorológicos previstos pelo modelo MM5. No entanto; os resultados apontaram que a pluma modelada está deslocada com relação à pluma observada e os valores de pico são superestimados na simulação.
     
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