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Título:  
  Geração de um índice de sustentabilidade ambiental para bacias hidrográficas em áreas urbanas através do emprego de técnicas integradas de geoprocessamento
Autor:  
  Odir Fernando Vidal Couto   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFRGS/GEOGRAFIA
Área Conhecimento  
  GEOGRAFIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2007
Acessos:  
  1.304
Resumo  
  Este trabalho propõe uma metodologia voltada para a geração de um índice de sustentabilidade ambiental aplicável a bacias hidrográficas urbanas abrangendo fatores relativos aos aspectos sociais; econômicos e físicos da bacia. O índice proposto foi implementado na bacia do arroio Sapucaia localizada na região metropolitana de Porto Alegre; abrangendo parte dos municípios de Cachoeirinha; Canoas; Esteio; Gravataí; Novo Hamburgo e Sapucaia do Sul; compreendendo uma área de aproximadamente 131 km2; estando a mesma sujeita a um intenso processo de urbanização e submetida a uma forte pressão antrópica. O índice proposto constitui-se de três dimensões: FDH ( Fator de Desenvolvimento Humano ); FUS ( Fator de Uso do Solo ) e FFP ( Fator de Fragilidade Potencial ). O FDH tem por objetivo representar aspectos da qualidade de vida da população expressa pelos itens educação; longevidade; renda e saneamento. O FUS avalia o uso do solo predominante na sub-bacia com base na classificação da imagem. O FFP avalia os aspectos físicos da bacia tomando por base a configuração da hidrografia e os dados altimétricos da área. Neste trabalho foram utilizadas as folhas MI 2970/4 (São Leopoldo) e MI 2971/3 (Gravataí) da Cartografia Sistemática Brasileira em escala 1:50.000; uma imagem do sensor ASTER do ano de 2001 (plataforma EOS/TERRA); bandas 1; 2 e 3N com resolução espacial de 15 m; fotografias aéreas em escala 1:40.000 do ano de 1991 e a base de informações por setor censitário do Censo Demográfico 2000 (IBGE) dos municípios integrantes da bacia. A metodologia mostrou-se adequada como instrumento de análise ambiental de bacias hidrográficas localizadas em áreas urbanas; sobretudo quando da inexistência de uma base de dados mais elaborada. Nesse aspecto o trabalho também permitiu demonstrar o potencial de utilização das técnicas de geoprocessamento como elemento de apoio na construção de indicadores de sustentabilidade ambiental. Os resultados foram apurados por sub-bacia originando um mapa final de setorização em função dos níveis de sustentabilidade; classificados como alta; média e baixa sustentabilidade. Esse mapa indicou cinco áreas; considerando a distribuição espacial dos níveis de sustentabilidade apurados em cada sub-bacia; constituindo-se assim num primeiro indicador das suas condições ambientais. Os resultados demonstram que as áreas mais sujeitas a pressão urbana; são aquelas que apresentaram os menores níveis de sustentabilidade; como no caso das sub-bacias 7 (IS = 0;531); 9 (IS = 0;67) e 10 (IS = 0;665) contudo também apontam baixos níveis de sustentabilidade para aquelas áreas localizadas junto as nascentes da bacia; em função de uma maior fragilidade potencial; como no caso da bacia 1 (IS = 0;612). Recomendando-se dessa forma restrições quanto ao seu uso e ocupação; bem como a adoção de políticas ambientais e de ordenamento territorial voltadas a sua preservação.
     
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