Portal Domínio Público - Biblioteca digital desenvolvida em software livre  
Missão
Política do Acervo
Estatísticas
Fale Conosco
Quero Colaborar
Ajuda
 
 
Tipo de Mídia: Texto
Formato:  .pdf
Tamanho:  3.21 MB
     
  Detalhe da ibra
Pesquisa Básica
Pesquisa por Conteúdo
Pesquisa por Nome do Autor
Pesquisa por Periodicos CAPES
 
     
 
Título:  
  Produção e avaliação fisico-química da aguardente do fruto da palma forrageira (Opuntia ficus - indica Mill)
Autor:  
  Aleksandra Silva Rocha   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFCG/ENGENHARIA AGRÍCOLA
Área Conhecimento  
  Área Não Informada
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  410
Resumo  
  O futuro das zonas áridas e semi-áridas do mundo depende do desenvolvimento sustentável de sistemas agrícolas baseados numa seleção adequada de cultivos. Os cultivos mais apropriados são os que podem suportar condições de falta de água; altas temperaturas; solos pobres que exijam poucos insumos energéticos; e que sejam de fácil manejo no plantio; para que proporcionem alimento e forragem para a agricultura de subsistência; além do mais é importante que o produto e/ou subproduto sejam apreciados e tenham valor no mercado internacional. Uma das formas de valorizar a cultura da palma forrageira e contribuir para o desenvolvimento sustentável da região nordestina é utilizar o fruto (figo-da-índia) como matéria-prima para produzir fermentado (vinho) e aguardente; produtos que apresentam longa vida de prateleira e têm altos índices de comercialização. Trabalho foi realizado com o objetivo de estudar a produção e avaliar a composição físico-química da aguardente da fruta da palma forrageira confrontando com a legislação vigente para bebidas. A metodologia consistiu na produção dos fermentados do fruto integral (casca e polpa) utilizando-se de um reator em operação batelada na temperatura de 30 ºC e inoculando-se com levedura comercial e selecionada de algaroba. Os fermentados foram destilados em alambique de cobre e separado as frações: cabeça (10%); coração (80%) e cauda (10%). Foram realizadas análises de ºBrix; acidez total (g/100mL); pH; concentração de etanol (%v/v); metanol; acetaldeído; ésteres (g/100mL) álcoois superiores n-propanol; isobutanol; isoamílico (g/100mL) do destilado e fermentado; confrontando-se as análises físico-químicas das aguardentes dos destilados dos fermentados utilizando-se da levedura comercial e selecionada de extrato de algaroba. Verificou-se que os produtos se encontram com as características exigidas pela legislação brasileira acerca de bebida; ou seja; concentração de etanol na aguardente de 34;9 e 46;2% ºGL (% v/v); respectivamente. Os componentes secundários estão todos abaixo do máximo permitido; com exceção dos álcoois superiores do inóculo da levedura selecionada do caldo da algaroba o qual esteve um pouco acima do permitido. A produção da aguardente aproveitando o fruto integral figo-da-índia é uma alternativa promissora e tecnicamente viável.
     
    Baixar arquivo