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Título:  
  A questão agrária e o meio ambiente: trabalho e educação na luta pela terra e pela sustentabilidade
Autor:  
  Luiz Américo Araújo Vargas   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFRJ/EDUCAÇÃO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2007
Acessos:  
  1,335
Resumo  
  Estudo das interfaces entre educação ambiental e a proposta de educação do MST a partir do exame de aspectos da questão agrária brasileira atual e seus vínculos com a questão ambiental. A categoria sustentabilidade é tratada a partir do conceito de metabolismo sociedade-natureza de Marx; por meio do qual buscou-se caracterizá-la como categoria histórica; expressão do modo como o homem transforma a natureza e por ela é transformado; o que para o materialismo histórico dialético significa; em síntese; trabalho. Constatou-se que o avanço do agronegócio e a intensificação dos conflitos pela terra no Brasil representam uma reconfiguração do capital no campo; como resultado do advento das políticas neoliberais de reforma do Estado. Esta reconfiguração do capital no campo conduz a novas rupturas do metabolismo sociedade-natureza e está associada à condição dependente do desenvolvimento do capitalismo no Brasil. A análise de indicadores socioeconômicos do meio rural permitiu a identificação de fatores que determinam profundas desigualdades no acesso a direitos públicos fundamentais como; por exemplo; à Educação. Acompanhou-se o processo de implantação de uma proposta de Escola do Campo no assentamento Zumbi dos Palmares; no município de Campos dos Goytacazes; RJ; e a primeira experiência de sistematização e realização de uma Escola Itinerante em uma atividade nacional do MST. As interfaces entre a educação ambiental e a proposta de educação do MST decorrem da centralidade do trabalho assumida nesta proposta para a formação dos sujeitos Sem Terra; como condição de superação de sua alienação; podendo implicar a transformação da práxis desses sujeitos e o surgimento de novas relações metabólicas entre sociedade e natureza.
     
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