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Título:  
  Relações raciais no cotidiano escolar: percepções de famílias no município de Cuiabá - Entre o visível e o invisível
Autor:  
  Márcia Regina Luiz Gomes   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFMT/EDUCAÇÃO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  88
Resumo  
  A presente pesquisa aborda as relações raciais no ambiente escolar do ensino fundamental de duas escolas municipais de Cuiabá MT; de bairro periférico e central com enfoque nas percepções de famílias negras e brancas sobre a discriminações racial que permeiam este espaço. Buscou-se verificar como reagem as famílias de alunos diante das discriminações raciais no ambiente escolar; por parte de professores e colegas. Procurou-se também; conhecer as barreiras enfrentadas pelas famílias envolvidas e conhecer a expectativa emrelação ao futuro escolar de seus filhos. As famílias sujeitos deste estudo são de camadas populares com renda variando entre um e cinco salários mínimos. No desenvolvimento da pesquisa foram utilizados os seguintes procedimentos metodológicos: a) observação participante; b) questionário com perguntas abertas e fechadas; c) entrevista em profundidade. Esta última; reservada para identificar a percepção das famílias sobre a discriminação escolar. Os resultados apontam para a existência de discriminação racial na relação aluno-aluno e professor-aluno. Percebeu-se que as atitudes variadas de comportamentos racistas dos alunos brancos indicam um quadro de discriminação racial que sugere uma transmissão de sentimentos racistas pela família; que são exercitados na escola. Esta; por sua vez; colabora com a manutenção e continuidade do racismo; dado o silenciamento da escola/professor e o tratamento as ofensas raciais entre alunos como um problema menor. As famílias negras sofrem com os apelidos e as ofensas que são dirigidas a seus filhos e silenciam. As famílias brancas preferem “fazer de conta” que a discriminação e o preconceito não existem na sociedade brasileira e em conseqüência no espaço escolar (suposta democracia racial). Tanto as famílias brancas e negras vêem a escola como única possibilidade de seus filhos mudarem de vida (ascensão social).
     
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