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Título:  
  Efeitos da equoterapia em praticantes autistas
Autor:  
  Ana Paula Espindula   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFTM/PATOLOGIA
Área Conhecimento  
  MEDICINA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  1.755
Resumo  
  .Autismo é uma síndrome comportamental caracterizada por distúrbio de desenvolvimento; há disfunções em nível das capacidades físicas; sociais e lingüísticas; e anormalidades no relacionamento com objetos; eventos e pessoas. A utilização do cavalo para tratamento; além de sua função cinesioterápica; produz participação no aspecto psíquico; favorecendo a reintegração social. Objetivos: Analisar em praticantes autistas submetidas à Equoterapia; os possíveis efeitos relacionados: a função neuropsicomotora; a percepção do meio externo; ao ajuste tônico-postural e comunicação. Métodos: Aprovado pelo CEP da UFTM; protocolo nº 1101. Analisamos 9 crianças autistas com idades entre 8 à 17 anos; que freqüentam à APAE de Uberaba; realizando atividades de Equoterapia uma vez por semana. Analisamos áreas que compreendem: 1) Desenvolvimento perceptivo; 2) Percepção auditiva; 3) Percepção tátil; 4) Percepção espacial; 5) Percepção temporal; 6) Desenvolvimento da motricidade e movimentos corporais; 7) Hábitos de independência; 8) Coordenação Manual; 9) Desenvolvimento verbal; compreensão verbal e linguagem; 10) Áreas numéricas e conceitos numéricos básicos; 11) Área emocional e social; 12) Desenvolvimento na sessão de Equoterapia. Teste utilizado foi o Tratamento e Educação de Crianças Autistas e com Deficiência de Comunicação (Teacch I). Essas avaliações foram agrupadas de acordo com fase de desenvolvimento de cada criança; sendo NI (Desenvolvimento não Iniciado); I (Iniciado); P (Progressão); S (Superação) e SI (100% superado); onde também foi utilizado o número 1 quando a criança apresentou D (Desenvolvimento) e 2 para PR (Permanência). Para análise estatística usamos o teste de Mc Nemar (SigmaStat). Resultados: O número de praticantes em evolução nos grupos NI; I; P; S e SI; foram significativamente superiores na análise da Percepção Auditiva; Desenvolvimento na Sessão de Equoterapia e Área Emocional. Na análise de Desenvolvimento Verbal; Coordenação Manual; Desenvolvimento da Motricidade e áreas numéricas; o número de praticantes que permaneceram com o mesmo grau de habilidade foi significativamente superior. Quanto a Percepção Temporal; Desenvolvimento Perceptivo; Percepção Espacial e Tátil; houve um número significativamente maior de participantes que permaneceu no grupo NI e que evoluíram nos grupos I/P/S. Conclusões: A Equoterapia é um método eficaz já que com ela conseguimos proporcionar aos praticantes autistas melhoras após os estudos realizados nas áreas relacionadas à Percepção Auditiva; Desenvolvimento na Sessão de Equoterapia; Área Emocional; Percepção Temporal; Desenvolvimento Perceptivo; Percepção Espacial e Tátil. Porém vale ressaltar que essa evolução é variável de acordo com a fase de desenvolvimento de cada criança. Nosso estudo confirma que a Equoterapia promove nos praticantes autistas melhoras na qualidade de vida; proporcionando-lhes confiança e ganho da auto-estima. Palavras-chaves: autismo; equoterapia; fisioterapia.
     
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