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Pesquisa por Periodicos CAPES
 
     
 
Título:  
  Trabalho alienado em Marx: a base do capitalismo
Autor:  
  Ricardo Santos da Luz   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  PUC/RS/FILOSOFIA
Área Conhecimento  
  FILOSOFIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  415
Resumo  
  Esta pesquisa investiga em que consiste a crítica marxiana do trabalho alienado; quais os desdobramentos dessa forma específica assumida pelo trabalho e quais os caminhos a serem percorridos para a sua superação. Além disso; procura mostrar que; apesar das profundas mudanças ocorridas na nossa sociedade; desde a época em que essa crítica foi elaborada; o trabalho alienado continua fazendo parte da estrutura fundamental que garante o funcionamento do sistema capitalista de produção. Ao percorrermos os caminhos desta investigação; procuramos mostrar; inicialmente; que existe uma relação fundamental entre o trabalho e o desenvolvimento das potencialidades do ser humano; mas que o trabalho; também; pode impedir esse desenvolvimento; possuindo; assim; um caráter de ambigüidade. A seguir; investigamos a influência do pensamento hegeliano na elaboração da crítica marxiana do trabalho alienado; e em que consiste essa forma que o trabalho assume no sistema capitalista. Depois; investigamos os desdobramentos do trabalho alienado; os quais estão diretamente relacionados com a lógica de funcionamento do capitalismo. Esses desdobramentos são a propriedade privada; a divisão do trabalho e a transformação do trabalhador em mercadoria. Adiante; mostraremos os caminhos a serem percorridos; conforme a concepção marxiana de ser humano e da história; para a superação do trabalho alienado. Por fim; procuramos mostrar que a crítica marxiana do trabalho alienado continua atual; embora o antagonismo entre classes apresente uma complexidade muito maior; e o trabalho tenha assumido configurações muito diferentes daquelas existentes na época de Marx. Essa atualidade se sustenta no fato de que o antagonismo entre capital e trabalho nunca deixou de existir; e de que o trabalho; embora esteja cada vez mais sob o domínio do capital; a ponto de sua centralidade ser questionada; está indissociavelmente ligado à humanização dos seres humanos.
     
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