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Título:  
  Controle da carga de formaldeído em efluente de laboratório de anatomia humana, por CLAE, após derivatização com 2,4-DNPH
Autor:  
  Fernanda Ravasio Rodrigues Maidana   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNISC/TECNOLOGIA AMBIENTAL
Área Conhecimento  
  QUÍMICA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  534
Resumo  
  Devido às vantagens do uso do formaldeído em diversos ramos da indústria; principalmente na conservação de cadáveres e peças anatômicas em laboratórios de anatomia; visto a sua eficiência e menor custo; é importante a preocupação com o destino final deste resíduo; que por sua vez faz parte de um grupo de produtos que são potencialmente perigosos à saúde devido ao seu fator carcinogênico. O principal objetivo deste trabalho foi desenvolver uma metodologia para a quantificação do formaldeído gerado em laboratório de anatomia; em busca de uma ferramenta que auxiliasse nos processos de tratamento deste efluente. A metodologia proposta baseou-se na identificação deste aldeído por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência com detector UV/VIS acoplado e leituras com comprimentos de onda fixos em 365 nm; a qual foi possível através da reação de derivatização entre o formaldeído e a 2;4-dinitrofenilhidrazina; na construção de uma curva analítica com concentrações de 10 mg L-1 a 50 mg L-1; obtendo para este; um coeficiente de correlação de 0;99. Os estudos envolveram as análises de amostras sintéticas e reais (provindas do Laboratório de Anatomia da Universidade de Santa Cruz do Sul). As melhores condições para que a reação de derivatização ocorresse foram estabelecidas com um tempo de reação (repouso) de 2 h; pH=5 no meio reacional e 4;04 mmol L-1 da solução derivatizante. Estas características foram de extrema importância para a formação do produto desejado; a 2;4-dinitrofenilhidrazona.
     
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