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Título:  
  Universo das letras: os desdobramentos da Reforma Pombalina da educação em Minas Gerais Colonial
Autor:  
  Danielle Rezende Berbet Dias   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFJF/HISTÓRIA
Área Conhecimento  
  HISTÓRIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2009
Acessos:  
  631
Resumo  
  A educação em todo o Império Português passou por uma importante mudança ao longo do século XVIII. Anteriormente de dedicação apenas por parte dos jesuítas; passa a ser foco da atenção da Coroa a partir de meados do século. Os ventos iluministas não deixaram de soprar nas terras ibéricas e inspiraram mudanças em diversos aspectos do governo português; a educação foi um deles. A grande figura desse momento foi o ministro de D. José I; o Marquês de Pombal que levou a cabo as modificações planejadas. A começar pela reforma dos estudos secundários; ocorrida em 1759; e completada em 1772 com a reforma do ensino elementar. Constituí-se em umas das primeiras tentativas de organizar um sistema de ensino elementar em toda a Europa. As medidas visavam: criar um sistema de instrução pública nacional; com uma rede de escolas que abrangesse todo o Reino; estabelecer um imposto para financiar a educação; tornando-a gratuita; a converter os mestres em funcionários do Estado; nomeados e dirigidos pelo poder central; e ter toda a estrutura escolar administrada pelo estado. Contudo; a distância entre os planos e a realização deles foi grande. Quando tal sistema passa a ser implantado nas mais distantes regiões do império; como em Minas Gerais; ele se molda de acordo com as especificidades locais. Os poderes locais assumiram mais autoridade do que o esperado; mas eram fundamentais para que aulas pudessem ser abertas. Essas; longe de constituírem uma rede escolar; foram insuficientes e funcionavam de modo irregular. O Subsidio Literário não serviu para seu fim primeiro; não custeou a educação e; portanto; não pagou o ordenado dos professores régios. Desse modo aqueles que queriam se instruir; e aqueles que desejavam educar precisaram tomar diferentes estratégias para atingir tal objetivo; ainda que recorrendo às aulas régias.
     
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