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Título:  
  Retratos e imagens das vivências inclusivas de dois alunos com autismo em classes regulares
Autor:  
  Maryse Helena Felippe De Oliveira Suplino   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UERJ/EDUCAÇÃO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO
Nível  
  Doutorado
Ano da Tese  
  2007
Acessos:  
  1.545
Resumo  
  O debate atual na busca de uma definição conceitual para educação inclusiva compõe o cenário no qual a inclusão das crianças e adolescentes com autismo está sendo efetivada. Há atualmente uma demanda social de grande impacto que repercute; inclusive; em ações governamentais. Crianças com autismo estão tendo acesso a escolas regulares num contexto social e histórico bastante diverso daquele que foi palco das primeiras inserções em classes especiais criadas para elas naquelas instituições. O presente estudo; de cunho etnográfico; buscou esclarecer questões conceituais visando elucidar pontos difusos que extrapolam as metodologias utilizadas. O objetivo era retratar e analisar as salas de aula; visando compreender as relações estabelecidas no seu interior. O pressuposto geral que resultou neste trabalho foi o de que o interior das relações psicossociais é que possibilita a compreensão do processo de inclusão dos alunos autistas. Esta análise foi conduzida a partir da observação das interações entre os membros da comunidade escolar e as crianças com autismo; tanto na sala de aula quanto em outros espaços. Fizeram parte da pesquisa dois meninos com autismo; ambos com cinco anos de idade; alunos de diferentes instituições educacionais; suas professoras e os demais integrantes das escolas. Os dados obtidos indicaram que o compromisso assumido na inclusão daquelas crianças não representou uma transformação prática nos procedimentos de ensino utilizados; modelos de exercícios e critérios de avaliação; apontando para a necessidade de uma mudança de postura no interior das escolas desdobrada em ações práticas e cotidianas. O papel do adulto como facilitador mostrou-se fundamental e as brincadeiras representaram uma importante via de comunicação e interação entre os alunos.
     
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