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Pesquisa por Periodicos CAPES
 
     
 
Título:  
  Formação continuada dos professores da educação infantil: análise da produção de teses e dissertações na região sudeste (1996-2004)
Autor:  
  Rúbia Andréa Duarte Dos Santos   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNINOVE/EDUCAÇÃO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  846
Resumo  
  Esta pesquisa propõe-se a analisar a produção acadêmica, veiculada em teses e dissertações produzidas em universidades públicas da região sudeste, no período de 1996 a 2004, que tomam a formação continuada dos professores de Educação Infantil como objeto de investigação. A análise desenvolve-se no sentido de levantar e discutir os temas, as concepções de criança, os referenciais teóricos e as concepções de formação continuada que são destacadas pelos autores dessa produção acadêmica. Para esse empreendimento, adotamos a abordagem metodológica qualitativa, de natureza bibliográfica/documental, privilegiando a análise de conteúdo, uma vez que nossa pesquisa foi realizada com base em acervo documental (dissertações e teses). Em termos teóricos, o tema da formação continuada é explorado em duas vertentes. Na primeira, de cunho generalista, apresentam-se as concepções de formação de professores, identificadas por autores que estudam o tema em perspectiva histórica, a partir da análise das práticas desenvolvidas pelos professores. Servem de apoio a essa abordagem os estudos de Oliveira (1977), Castro (1978), Schön (2000), Contreras (2002) e Ghedin (2005). Numa segunda vertente, as discussões sobre formação continuada são circunscritas ao contexto da Educação Infantil. Para isso, recorremos às análises de Kuhlmann (2001), Nosella (2002), André (2002), Picelli (2002) e Rosseto (2003). A análise desenvolvida nesta pesquisa aponta para o progressivo, mas ainda insuficiente, incremento das investigações científicas em torno da formação continuada dos professores de Educação Infantil, o que pode contribuir para a ruptura da perspectiva generalista que inicialmente permeou as discussões sobre esse tema. Observa-se uma tendência intervencionista nas pesquisas, na medida em que os pesquisadores assumem-se como formadores no contexto de sua pesquisa e não como observadores de processos de formação já instalados nas unidades de Educação Infantil. Constata-se também, que a produção acadêmica tem privilegiado temas como o perfil do profissional de Educação Infantil, políticas públicas para essa etapa da educação e a elaboração de uma concepção de criança capaz de abranger as especificidades da faixa etária atendida por esse nível de ensino.
     
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