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Título:  
  Treinamento muscular inspiratório em crianças asmáticas: efeito na força muscular respiratória e pico de fluxo expiratório
Autor:  
  Eisangela Veruska Nobrega Crispim Leite Lima   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFMA/SAÚDE MATERNO-INFANTIL
Área Conhecimento  
  MEDICINA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2006
Acessos:  
  153
Resumo  
  Os músculos respiratórios como os músculos esqueléticos; são sensíveis a um programa de treinamento físico adequado e podem ser treinados a fim de melhorarem sua força e endurance. O presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos do treinamento muscular inspiratório (TMI) com Threshold na força muscular e função pulmonar em crianças asmáticas. Trata-se de um estudo analítico; experimental e aleatório. Foram avaliadas 50 crianças alocadas aleatoriamente em dois grupos: Grupo Experimental (GE) composto de 25 crianças que realizaram TMI em um programa de assistência e educação em asma e um Grupo Controle (GC); composto de 25 crianças que foram submetidas apenas às consultas médicas mensais e educação em asma. O TMI foi realizado com o Threshold com a carga de 40% da pressão inspiratória máxima ( Pimáx). A análise dos resultados foi realizada através do Teste t de Student pareado e não pareado e Teste de &#967;2 (qui-quadrado) com p &#8804; 0;05. Na análise comparativa das variáveis força muscular; pressão inspiratória máxima (Pimáx) e pressão expiratória máxima (Pemáx) e pico de fluxo expiratório (PFE) pré e pós intervenção; foi observado aumento da Pimáx. em GE de -48;32 ± 5;706 para -109;92 ± 18;041 (p &#8804; 0;0001); Pemáx de 50;64 ± 6;55 para 82;04 ± 17;006(p &#8804; 0;0001) e PFE de 173;6 ± 50;817 para 312 ± 54;848 (p &#8804; 0;0001). Não houve aumento significativo das variáveis Pi máx e Pe máx. no GC. Houve aumento significativo do PFE no GC de 188 ± 43;97 para 208; 80 ± 44;283 (p &#8804; 0;0001). Houve melhora significativa das variáveis de gravidade como sintomas noturnos; frequência de procura ao pronto-socorro e hospitalização nos dois grupos (p<0;001). Na variável de gravidade frequência de crises apenas GE apresentou melhora significativa (p<0;001). Acredita-se que o TMI proporcione uma melhora na eficiência mecânica nos músculos respiratórios e na no pico de fluxo expiratório das crianças asmáticas.
     
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