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Título:  
  História fetichista: o aparelho de hegemonia filosófico instituto brasileiro de filosofia/convivium (1964-1985)
Autor:  
  Rodrigo Jurucê Mattos Gonçalves   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNIOESTE/HISTÓRIA, PODER E PRÁTICAS SOCIAIS
Área Conhecimento  
  HISTÓRIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2009
Acessos:  
  895
Resumo  
  O objetivo deste estudo é investigar o Instituto Brasileiro de Filosofia (IBF) e a revista Convivium durante a ditadura militar (1964-1985). Por um lado, partindo dos conceitos de revolução passiva e partido político, elaborados por Antonio Gramsci, e aparelho de hegemonia filosófico (A.H.F.), de Christine Bucci-Glucksmann, buscamos: (i) a interpretação da história recente do Brasil a partir da revolução passiva, onde a ditadura é elucidada como revolução-restauração; (ii) a análise da atuação orgânica, neste contexto, de Miguel Reale, Antonio Paim e Paulo Mercadante a partir do conceito de partido político e de A.H.F. Paim e Mercadante foram militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB) até 1956, quando se aproximaram de Reale e passaram a integrar, com o tempo, o IBF e a Convivium – este processo é esclarecido pela categoria gramsciana de transformismo. A partir da trajetória histórica do IBF e da Convivium concluímos que formaram um único A.H.F. - organização fundamental para a tentativa de construir uma hegemonia de classe durante a ditadura e instrumento para a luta de classes. Nossa principal fonte é a revista Convivium, publicada de 1962 a meados dos anos 1990, nasceu como uma publicação ligada ao Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES). Por outro lado, a partir do materialismo histórico, delineado por Karl Marx e Friedrich Engels n‟A Ideologia Alemã, e da própria revolução-passiva, buscamos tratar as concepções histórico-filosóficas de Paim e Mercadante desenvolvidas, respectivamente, nas seguintes obras: História das idéias filosóficas no Brasil e A consciência conservadora no Brasil. Concluímos que trata-se de uma ideologia brasileira.
     
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