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Título:  
  Trabalhadores com deficiência: vivência subjetiva e realidade de trabalho
Autor:  
  Cecilia Martins Coelho   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFMG/CIÊNCIAS DA REABILITAÇÃO
Área Conhecimento  
  FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2009
Acessos:  
  229
Resumo  
  A deficiência e o trabalho têm sido abordados de forma distinta em cada época, cultura e lugar, em função de valores sociais, morais, filosóficos, éticos e religiosos. A pessoa com deficiência foi historicamente segregada e considerada incapaz para o trabalho, mas a sociedade contemporânea preconiza e busca construir alternativas para potencializar sua inclusão. Consequentemente, o número de trabalhadores com deficiência aumentou, mas a forma como vivenciam o trabalho ainda é pouco conhecida. O objetivo deste estudo foi conhecer o significado do trabalho para a pessoa com deficiência inserida no mercado de trabalho da região metropolitana Belo Horizonte/MG e as dificuldades e estratégias utilizadas no cotidiano de trabalho, tendo como referencial teórico o modelo biopsicossocial. Foram realizadas 30 entrevistas individuais com base em um roteiro semiestruturado e 11 observações no local de trabalho. O trabalho apresentou-se como organizador da vida, estruturador da identidade e gerador de prazer e sofrimento, resultando em atitudes resilientes. O prazer mostrou-se relacionado a recompensas pessoais e sociais. O sofrimento manifestou-se em situações de altas demandas externas e internas, conflitos entre trabalho prescrito e real, concorrência, desvalorização, falta de reconhecimento e limitações. As limitações decorrentes da deficiência e da condição de saúde influenciaram a execução de tarefas, mas não comprometeram a realização do trabalho como um todo. Fatores ambientais e pessoais também influenciaram a participação da pessoa com deficiência no trabalho. A principal estratégia destacada foi reconhecer e compartilhar capacidades e necessidades, o que contribuiu para minimizar e/ou eliminar as dificuldades. Trabalhar com uma deficiência demonstrou-se ser uma experiência complexa, que envolve a interação entre um corpo com lesões, a subjetividade do trabalhador, a organização do trabalho e a sociedade como um todo.
     
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