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Título:  
  Validação de propostas de educação em saúde ocular comunitária aplicadas a profissionais de saúde em centros de atenção primária
Autor:  
  Fabiano Cade Jorge   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  USP/RP/OFTALMOLOGIA OTORRINOLARINGOLOGIA E CIR. DE CABEÇA E PESCOÇO
Área Conhecimento  
  MEDICINA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  261
Resumo  
  O objetivo do presente estudo foi o de avaliar a atuação do oftalmologista como modificador das práticas da saúde ocular, através da comparação da qualidade das fichas de referências provenientes de centros primários de saúde antes e após um programa de treinamento em oftalmologia (PTO), e o impacto deste processo educacional nos profissionais da atenção básica de saúde. Foi realizado, retrospectivamente, o estudo de prontuários médicos de pacientes referenciados para um serviço público de oftalmologia, em Ribeirão Preto, região Sudeste do Brasil. A amostra foi composta por fichas de referências de pacientes provenientes de atendimentos em quatro Núcleos do Programa Saúde da Família (NSF) em dois momentos de estudo, antes (M1 - fevereiro e março/ 2007) e depois do PTO (M2 – outubro e novembro/ 2007), e por outros pacientes advindos, no mesmo período, de quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) que não receberam o PTO. A hipótese diagnóstica dos encaminhamentos foi comparada com os diagnósticos estabelecidos no centro de referência pelo especialista e foram avaliados os principais diagnósticos referenciados. A avaliação do impacto do processo educacional deu-se complementarmente por meio de um questionário básico aplicado aos agentes comunitários de saúde, antes e após o PTO. Duzentos e quarenta e seis casos foram estudados, 53 provenientes dos NSF e 193 de outras UBS. Após o PTO, o número de referências advindas dos NSF foi significativamente menor que antes do PTO (8/138 e 45/108, respectivamente, P<0.0001 – teste exato de Fisher). As taxas de concordância (kappa) dos diagnósticos dos NSF, quando comparados com os firmados pelo oftalmologista, foram maiores que os das UBS nos dois momentos do estudo, porém nenhuma comparação mostrou significância estatística (0,47 e 0,25 em M1 e 0,50 e 0,37 em M2, para NSF e UBS, respectivamente). Na análise comparativa, não se observaram diferenças significantes com relação às respostas dos agentes comunitários de saúde, entre M1 e M2 (P= 0,586, teste t pareado). Apesar de os níveis de concordância não apresentarem diferenças significantes, observou-se uma tendência de maior número de acerto diagnóstico nas fichas de referência advindas dos centros submetidos a seis meses do PTO. Além disso, o PTO pode estar relacionado com o menor número de encaminhamentos pelos NSF em estudo, provavelmente devido à melhor condução local dos problemas oculares.
     
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