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Título:  
  Entre a esperança e o limite: um estudo sobre a inclusão de alunos com autismo em classes regulares
Autor:  
  Dayse Carla Genero Serra   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  PUC-RIO/PSICOLOGIA (PSICOLOGIA CLÍNICA)
Área Conhecimento  
  PSICOLOGIA
Nível  
  Doutorado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  2.889
Resumo  
  O presente estudo teve o objetivo de analisar o processo de inclusão de alunos com autismo em duas escolas públicas de dois municípios da Baixada Fluminense. Para tanto, foi feita uma revisão bibliográfica da literatura sobre autismo, dos documentos oficiais sobre inclusão educacional e exclusão social, além da pesquisa de campo, onde foram realizadas entrevistas com professores e diretores que atuam diretamente com alunos autistas. Apesar dos discursos inclusivos que permeiam os meios escolares e os principais documentos e legislações que fundamentam as práticas pedagógicas, a inclusão educacional para alunos autistas ainda é tímida e ineficiente. A intolerância, o estranhamento e a exclusão são presentes na maioria das relações interpessoais com indivíduos autistas e seus familiares. Faz-se necessário que as políticas públicas de educação e saúde sejam reformuladas para que a inclusão como significado de socialização, aprendizagem e desenvolvimento ocorra na grande maioria das escolas e que os alunos portadores de necessidades educacionais especiais, em particular os autistas, tenham não só o direito do acesso à educação garantido, mas também sua permanência. A inclusão por força da lei não oferece garantias de práticas pedagógicas inclusivas de fato, e um dos pontos centrais é a reestruturação da formação de professores para o trabalho com a diversidade. As relações entre educação e saúde também se fazem necessárias, na medida em que a identificação precoce do autismo favorece que as intervenções pedagógicas ofereçam resultados mais favoráveis ao desenvolvimento das crianças. É necessário também que os familiares possam contar com atendimentos terapêuticos, para a garantia de uma melhor saúde mental e para que cuidem adequadamente de seus filhos e superem dores e conflitos acerca da deficiência. A inclusão sem a formação adequada de professores, sem o apoio dos colegas de sala e sem a participação dos familiares, paradoxalmente, pode significar a pior das exclusões.
     
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