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Título:  
  Atitudes sobre o estatuto do inglês como língua franca em um curso de formação inicial de professores
Autor:  
  Michele Salles el Kadri   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UEL/ESTUDOS DA LINGUAGEM
Área Conhecimento  
  LINGÜÍSTICA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  132
Resumo  
  A expansão do inglês no mundo a tem posicionado como língua franca global Seidlhofer (2001, 2004, 2006, 2009), Gimenez (2001a, 2001b, 2005, 2006), Rajagopalan (2003, 2005), Jenkins (2005, 2006a, 2006b),Dewey (2007), Leffa (2002), Mckay (2002), Graddol (1997, 2006). Este estatuto tem sido apontado como um dos paradigmas emergentes que possibilitam um novo olhar no trato com o inglês no século XXI, desafiando as concepções tradicionais do ensino de inglês como língua estrangeira, normalmente orientada pelos países do círculo interno. Concebê-la dessa forma – e não como uma língua estrangeira qualquer - traz a necessidade de reconceituações a respeito dos objetivos e práticas de ensino. Desse modo, esta pesquisa teve como objetivo verificar se este estatuto é reconhecido em um curso de formação de professores de inglês por meio de situações-problemas aplicadas a alunos do quarto ano do curso de Letras-inglês, de questionários aplicados a professores formadores e também através da análise documental de programas das disciplinas. Para categorizar e analisar os dados apoiamo-nos nos pressupostos da análise de conteúdo (AC) do tipo temático-classificatório (BARDIN, 1977). Os resultados indicaram que os alunos reconhecem o estatuto do inglês como lingua franca, mas não se sentem preparados para lidar com a questão, a maioria dos professores formadores tambem reconhecem sua importância mas não sabem como esta questão tem sido trabalhada no curso como um todo. Os programas das disciplinas confirmam que apenas tentativas isoladas fornecem espaço no currículo para esta problematização. Conclui-se que, tanto futuros professores quanto professores formadores apresentam atitudes positivas em relação ao ILF, embora com resquícios da tradição de LE. Estas atitudes parecem sugerir que o ensino de inglês neste curso, se amplamente discutido e problematizado, pode sofrer algumas mudanças futuras relacionadas a seus objetivos.
     
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