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Título:  
  A política repressiva aplicada a militares após o golpe de 1964
Autor:  
  Cláudio Beserra de Vasconcelos   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFRJ/HISTÓRIA SOCIAL
Área Conhecimento  
  HISTÓRIA
Nível  
  Doutorado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  1.837
Resumo  
  Esta tese analisa a política repressiva aplicada aos militares entre o golpe de 31 de março de 1964 e o início do ano de 1970, com ênfase no processo de disputa políticoideológica pelo controle do Estado brasileiro, intensificado a partir de 1945. De modo específico, apresenta-se uma interpretação que busca neste conflito as origens do processo repressivo. Sustenta-se a hipótese de que a partir de fins dos anos 1940 gestou-se um projeto de desenvolvimento capitalista cuja intenção era integrar o Brasil de forma dependente à estrutura do capitalismo internacional. Esta meta implicava a superação de entraves políticos, econômicos e sociais, o que levou à necessidade de conquista, controle e reformulação do Estado brasileiro. Como um dos meios para o estabelecimento deste projeto, admitia-se o recurso à prática da repressão política. Os militares participaram de maneira central do debate sobre o tipo de desenvolvimento adequado para o Brasil e, assim como os civis, acabaram divididos. Após o golpe, como o novo regime tinha como objetivo “limpar” o ambiente político dos obstáculos à implementação do projeto de Estado, os militares que defenderam de forma ativa uma proposta nacionalista desde o final da década de 1940 tornaram-se um dos alvos privilegiados do processo repressivo. É esta a lógica que explica a prática repressiva que recaiu sobre parcela significativa de militares após o golpe de 1964.
     
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