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Título:  
  Avaliação da eficiência da estação de tratamento de esgoto da universidade de santa cruz do sul, rs, Brasil
Autor:  
  Adriana Dupont   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNISC/TECNOLOGIA AMBIENTAL
Área Conhecimento  
  ENGENHARIA SANITÁRIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  231
Resumo  
  O efluente da estação de tratamento de esgoto (ETE), da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), RS, é constituído por águas negras e amarelas provenientes dos sanitários do campus universitário, que possui uma população flutuante de 11.500 indivíduos por semestre. O sistema de tratamento tem por característica remover nutrientes e matéria orgânica, através da utilização do reator anaeróbio de fluxo ascendente e manta de lodo (UASB) mais biofiltro aerado (BA). Neste contexto, este trabalho teve por objetivo avaliar a eficiência da ETE UNISC, através da caracterização ecotoxicológica, variáveis físicas, químicas e microbiológicas. Em relação aos ensaios de toxicidade, observou-se toxicidade aguda ao organismo-teste Daphnia magna, com uma CE(I)50 48h de 64,1 ± 9,9% (C.V. = 15,4%), caracterizada como medianamente tóxica, e toxicidade crônica ao organismo-teste Ceriodaphnia dubia, com uma CI(I)25 de 8,1 ± 2,6% (C.V. = 32,0%), caracterizada como extremamente tóxica. Desta forma, evidenciou-se que as condições operacionais dos processos UASB e BA utilizados na ETE UNISC foram ineficientes em relação à detoxificação. A maioria das variáveis físicas e químicas estava de acordo com a legislação vigente, exceto fósforo total 3,6 ± 1,4 mg L-1 (C.V. = 38,9%) e nitrogênio amoniacal 77,8 ± 22,5 mg L-1 (C.V. = 28,9%). O lançamento de altas concentrações destes dois nutrientes ao corpo receptor, o Arroio Lajeado, caracteriza um grande impacto ambiental potencial, conhecido como eutrofização. A análise biológica apresentou também altos valores de coliformes termotolerantes no efluente tratado 6,4 x 105 ± 8,6 x 105 NMP 100mL-1 (C.V. = 134,4%), caracterizando um problema de saúde pública uma vez lançado ao corpo receptor. Em resumo, verificou-se que há um risco potencial em termos de efeitos tóxicos agudos e crônicos, nutrientes e coliformes termotolerantes, uma vez que o Arroio Lajeado não apresenta capacidade de carga que permita suportar impactos desta natureza.
     
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