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Título:  
  Cartografias da transexualidade: a experiência escolar e outras tramas
Autor:  
  Dayana Brunetto Carlin dos Santos   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFPR/EDUCAÇÃO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  37
Resumo  
  A presente pesquisa teve como objeto de análise as experiências transexuais na escola. A partir dessa perspectiva foi construído o problema de pesquisa, isto é, as narrativas produzidas por travestis e transexuais sobre seu processo de escolarização formal. A metodologia utilizada foi a cartografia, com o objetivo de elaborar um desenho, no sentido cartográfico, dos territórios subjetivos da transexualidade na escola. Essa carta-cartográfica foi produzida por meio de uma imersão nas teorizações de Michel Foucault, Thomas Laqueur, Gilles Deleuze, Judith Butler, Berenice Bento e Maria Rita de Assis César, entre outras/os. Também se propôs uma discussão bibliográfica sobre a construção da sociedade sexuada e generificada através de um referencial binário e heteronormativo, a respeito da performatividade dos gêneros, sobre a patologização da experiência transexual, sobre a escola, e sobre as narrativas elaboradas pelos sujeitos. As narrativas foram obtidas pela realização de seis entrevistas com mulheres transexuais, uma com um homem transexual de Curitiba e também por meio de um grupo de discussão com lideranças do Movimento Social de Travestis e Transexuais da Região Sul do Brasil. Para a análise dessas narrativas, fez-se necessário um estudo sobre as memórias e os processos de rememoração, esquecimento e silenciamento articulados para essa produção, além de uma aproximação das teorizações sobre memórias traumáticas. A partir das narrativas foram observados e analisados três atos performativos: Corpo e Identidade, A experiência escolar, Profissionalização. Em síntese, pode-se pensar que as experiências transexuais e travestis na escola são múltiplas e singulares e que as narrativas são produzidas performaticamente, isto é, por meio de atos performativos das memórias dos sujeitos. Com isso, pode-se compreender que qualquer generalização que relacione transexualidade e escolarização formal pode ser perigosa.
     
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