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Título:  
  Efeitos analgésico, antiinflamatório e neuroendócrino da Arnica montana 12CH comparativamente ao cetoprofeno em cães
Autor:  
  Rosângela Cristovão Ferreira   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNOESTE/CIÊNCIA ANIMAL
Área Conhecimento  
  MEDICINA VETERINÁRIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  812
Resumo  
  O medicamento homeopático Arnica montana tem sido frequentemente utilizado no pós-operatório, resultando em redução do processo inflamatório. Este estudo cego teve como objetivo avaliar os efeitos da Arnica montana 12CH e do cetoprofeno na dor aguda pós-operatória de cadelas submetidas à ovariossalpingohisterectomia (OSH). Dezesseis cadelas foram pré-medicadas com acepromazina 0,2% (0,05mg/kg IV), seguindo-se indução e manutenção anestésica com propofol (5mg/kg, IV) e isofluorano, respectivamente. Os animais foram distribuídos em dois grupos: GC (n=8): tratamento com cetoprofeno (1mg/kg VO), 60 minutos antes da incisão cirúrgica, administrado a cada 12 horas, GA (n=8): tratamento com Arnica montana 12CH (5 glóbulos, VO), 60 minutos antes da incisão cirúrgica, administrado a cada 8 horas. Tanto o cetoprofeno, quanto a Arnica montana foram administrados no período de 24h. Foram avaliados frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (f), pressão arterial sistólica (PAS), temperatura retal (TºC), variáveis hemogasométricas, concentração final expirada de isofluorano (ETiso), concentração final expirada de dióxido de carbono (ETCO2), tempo cirúrgico, tempo de extubação, tempo de recuperação pós-anestésica e concentração sérica de cortisol. O grau de analgesia foi avaliado mediante escala descritiva numérica e o grau de edema mediante escore (0-3), às 1, 3, 6, 12 e 24 horas após o término do procedimento cirúrgico. Em casos de analgesia insuficiente foi realizada suplementação com morfina (0,5mg/kg IM). A estatística foi realizada mediante teste de Wilcoxon e Mann-Withney, ao nível de 95% de significância. Não houve diferença entre os grupos em relação ao grau de analgesia e edema. Analgesia de resgate foi necessária em quatro animais (50%) tratados com Arnica montana e cinco animais (62,5%) tratados com cetoprofeno. O cortisol não variou entre os grupos, porém foi superior em relação ao basal durante a cirurgia e na primeira hora após o término da mesma. Conclui-se que o cetoprofeno e a Arnica montana resultam em efeitos analgésico, antiinflamatório e neuroendócrino semelhantes, com necessidade de analgesia de resgate nos dois tratamentos, sugerindo que ambos são insuficientes para a modulação nociceptiva e incapazes de modular a resposta de estresse trans e pós-cirúrgica imediata quando empregados isoladamente, em cadelas submetidas à OSH.
     
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