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Título:  
  Avaliação dos efeitos de nanotubos de carbono de parede múltipla carboxilados em células do sistema imunológico
Autor:  
  Gabriela De Moraes Barbosa   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNIFRA/NANOCIÊNCIAS
Área Conhecimento  
  INTERDISCIPLINAR
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  224
Resumo  
  Os nanotubos de carbono (NTCs) apresentam propriedades exclusivas que são de grande interesse para a área de biotecnologia. A idéia de se utilizar NTCs como carreadores de fármacos; adjuvantes para vacinas e biosensores; vem despertando muito interesse da comunidade científica. No entanto; a biocompatibilidade e toxicidade in vitro and in vivo dessas estruturas precisam ser investigadas. O objetivo desse estudo foi determinar os efeitos dos nanotubos de carbono de paredes múltiplas (NTCPMs) carboxilados sobre células do sistema imunológico. Para os testes in vitro; esplenócitos e células da medula óssea foram isolados de camundongos BALB/c fêmeas. O grupo de células tratadas foi cultivado com suspensões de NTCPMs carboxilados em diferentes concentrações (1; 5 ou 10 ng/mL); enquanto o grupo controle foi cultivado apenas com meio RMPI 1640 e 10% soro fetal bovino (SFB). Após 24; 48 e 72 horas de cultivo; foram analisadas viabilidade; proliferação e interação por análise de microscopia eletrônica de transmissão (MET) dos NTCPMs carboxilados com as células. No estudo in vivo; NTCPMs carboxilados foram administrados pela via intravenosa com concentração de 50 e 100 &#956;g. Após 24 horas; os esplenócitos foram isolados; marcados com anticorpos anti-CD3+ e anti-B220+ e analisados por citometria de fluxo. A produção de IgG total foi determinada no soro de camundongos após 20 dias da administração. Os resultados encontrados indicaram que não houve diferença significativa (p<0;05) no teste de viabilidade celular de esplenócitos; embora tenha sido observado um aumento na freqüência de células diretamente proporcional às concentrações das suspensões de NTCPMs carboxilados no tempo de 48 horas. Para as células da medula; foi observada uma inversão na frequência de células nos tempos de 24 e 48 horas. Em relação à proliferação de esplenócitos; os grupos de células tratadas com NTCPMs carboxilados apresentaram diferença significativa (p<0;05) quando comparado ao grupo controle positivo (oligonucleotídeo CpG). Nas análises feitas por MET; não foi encontrado qualquer tipo de interação dos NTCPMs carboxilados com esplenócitos tratados com NTCPMs carboxilados na concentração de 10 ng/mL. De acordo com as análises realizadas por citometria de fluxo; a porcentagem de células de CD3+ e células B220+ não apresentaram diferença significativa com relação ao grupo controle. No teste de Enzima Imunoensaio (ELISA); a produção de anticorpos IgG totais não aumentou no soro de camundongos tratados com NTCPMs carboxilados quando comparada a do grupo controle. Sendo assim; os resultados in vitro e in vivo indicam que NTCPMs carboxilados não apresentam efeitos estimulatórios sobre células do sistema imunológico e; nas mesmas condições; não apresentam toxicidade celular.
     
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