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Título:  
  Biorremediação de diclofenaco de sódio por Aspergillus sp.
Autor:  
  Marcelo Azambuja Rocha   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNISC/TECNOLOGIA AMBIENTAL
Área Conhecimento  
  INTERDISCIPLINAR
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  239
Resumo  
  Neste trabalho é apresentado um estudo da biodegradação do diclofenaco de sódio, utilizando biomassa de Aspergillus niger USP9. O fungo foi selecionado dentro de um total de 13 cepas de Aspergillus sp. através do ensaio de cito toxicidade de inibição do crescimento micelial radial (CMR) em dois meios de cultura, ágar Sabouraud e Winogradsky onde a concentração do diclofenaco foi de 8 x 10-4, a 2,5 x 10-5 mol L-1 por diluição seriada à metade. Um potente efeito inibitório do fármaco sobre o CMR das cepas fúngicas analisadas foi observado, sendo que no ágar Sabouraud o MIC50 alcançou 4 x 10-4 mol L-1. Em ágar Winogradsky houve maior inibição do CMR nas concentrações iniciais, porém nas concentrações mais elevadas os fungos voltaram a crescer. A cepa fúngica que apresentou menor sensibilidade ao fármaco foi A. niger USP9 e foi selecionada para os ensaios de biodegradação. Os esporos dos fungos que cresceram no meio Sabouraud com 4 x 10-4 mol L-1 de diclofenaco de sódio foram analisados por espectroscopia no infravermelho e quimiometria e não sendo possível identificar alterações metabólicas nestas células. Os ensaios de biodegradação foram realizados em erlenmeyers de 250 mL contendo 100 mL de solução tampão de fosfato de sódio pH 7,0 0,1 mol L-1, diclofenaco de sódio 1 mg L-1 e 20 g de biomassa úmida do fungo com e sem esgotamento endógeno (previamente produzida por fermentação submersa a 30 ºC em extrato de pó de fumo) com coleta diária por uma semana. A biomassa sem esgotamento endógeno apresentou um consumo máximo do fármaco de 29,6% enquanto que com a biomassa com esgotamento endógeno este valor chegou a 57%. Os cromatogramas indicaram a presença de dois subprodutos do diclofenaco. Os resultados apontaram a relevante toxicidade do fármaco nos fungos testados, no entanto indicam também a capacidade de cepas de Aspergillus sp. degradarem o diclofenaco de sódio.
     
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