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Título:  
  Educação profissional de nível médio: estudo exploratório numa amostra de alunos, a respeito dos motivos para aprendizagem e níveis de raciocínio inferencial
Autor:  
  Renata Macedo Santos   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFU/PSICOLOGIA
Área Conhecimento  
  PSICOLOGIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2009
Acessos:  
  539
Resumo  
  A educação profissional de nível médio foi foco do presente trabalho, por ser, hoje, bastante procurada, tendo em vista ser uma modalidade de ensino conveniente. Qualifica o trabalhador, num curto espaço de tempo, contribuindo, assim, para a formação de indivíduos críticos e conscientes do seu papel na sociedade e no mercado de trabalho. Os resultados encontrados aqui ilustram que a população feminina nesses cursos é bem maior, com predominância por uma procura de cursos técnicos da área da saúde. A maioria desses alunos é um pouco mais velha que a média para o nível de escolarização, com média de 25 anos de idade. Trabalham e estudam ao mesmo tempo e já interromperam os estudos. De forma geral, a amostra observada teve desempenho sensivelmente superior à média para estudantes do estado de Minas Gerais no RIn Teste de Raciocínio Inferencial, não sendo identificadas diferenças de desempenho significativas entre homens e mulheres, no que tange ao raciocínio inferencial.Em relação à motivação para aprendizagem, na nossa amostra, os meninos apresentaram-se mais orientados à meta aprender, com maior busca por atividades acadêmicas desafiadoras e a busca de atividades escolares que por si só já são recompensadoras que as meninas. Elas se apresentaram mais orientadas à meta performance aproximação, contrariando estudos apresentados para validação da Escala de Motivação para Aprendizagem. (EMAPRE). Ou seja, as meninas são mais orientadas ao comportamento de quererem ser as melhores da classe ou parecerem inteligentes. Observou-se ainda que quanto mais velha a amostra, mais tempo fora da escola e ainda menor o desempenho nas séries A e D do RIn ( Teste de Raciocínio Não Verbal). E que quanto mais velha a pessoa, mais dirigida à meta aprender esta se encontra. Constatou-se, ainda, que a inteligência é apenas mais um dos fatores responsáveis pela motivação do aluno e pelo seu desempenho em sala de aula, principalmente com alunos adultos e numa sala de aula de curso técnico profissionalizante. A autoeficácia, a crença de que cada um tem sobre sua própria inteligência e esforço também são fundamentais para que o aluno se mantenha mais motivado. Podemos concluir que os resultados obtidos nesse trabalho, foram, em grande parte, congruentes com os relatados nas pesquisas consultadas sobre o tema.
     
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