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Título:  
  Autoavaliação de curso: uma proposição metodológica para a educação profissional
Autor:  
  Anderson Teixeira Boanafina   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  CESGRANRIO/AVALIAÇÃO
Área Conhecimento  
  INTERDISCIPLINAR
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2009
Acessos:  
  468
Resumo  
  A tendência da educação profissional, na atualidade, aponta para integração da preparação do cidadão para o processo produtivo e para a vida em sociedade, requerendo, da escola, um ensino apoiado em sólida base de conhecimento científico associado à formação geral e cultural. Essa realidade, que permeia as instituições de educação profissional, fortalece as possibilidades de construir uma nova forma de responder às demandas sociais por emprego e geração de renda, combatendo a exclusão social e, simultaneamente, promovendo o desenvolvimento das ciências e de novas tecnologias. Surge, então, um dilema na vida do gestor de uma instituição pública de ensino profissionalizante: Como ter a certeza de que seus Cursos estão atendendo às demandas da sociedade? Uma via, para responder essa indagação, está em submeter seus Cursos a contínuos processos de avaliação ou, como será concebida no presente estudo, de autoavaliação. Assim, desde o planejamento de um novo Curso até a sua reestruturação, o gestor terá um mapeamento sobre o nível de atendimento das expectativas dos seus consumidores internos (alunos, funcionários e responsáveis) e externos (representantes do mundo produtivo e da sociedade em geral). A proposta metodológica, ora apresentada, está estruturada em quatro fases avaliativas e utiliza como referencial teórico a Abordagem Centrada no Consumidor, de Scriven, que associada a indicadores empregados por segmentos educacionais busca cumprir a função essencial da avaliação, ou seja, proporcionar informações que auxiliem em tomadas de decisões e, mais especificamente, produzir melhorias nos cursos avaliados. O modelo desenvolvido foi aplicado, através de um estudo de caso, em uma instituição pública no Estado do Rio de Janeiro revelando, entre outras informações, que a organização curricular e a infraestrutura estavam em concordância com a área profissional do curso oferecido. Entretanto, o curso não atendia as demandas sociais por emprego e/ou geração de renda.
     
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