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Título:  
  Biodiesel de soja: síntese, degradação e misturas binárias
Autor:  
  Roberlucia Araujo Candeia   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFPB/J.P./QUÍMICA
Área Conhecimento  
  QUÍMICA
Nível  
  Doutorado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  361
Resumo  
  O presente trabalho buscou investigar os biodieseis provenientes da transesterificação do óleo de soja com álcool metílico e etílico, via catálise básica, e elucidar as suas estabilidades termo-oxidativas durante o aquecimento (análise térmica e viscosidade) e durante o armazenamento por 90 dias (calorimetria exploratória diferencial pressurizada (P-DSC) e espectrofotometria de absorção UV-visível). Também foi observado o comportamento dos referidos biodieseis, inseridos em misturas binárias com o diesel fóssil nas proporções de 5, 15, 25 e 50 %. As sínteses dos biodieseis nas vias metanólica e etanólica processaram-se sob condições de: razão molar óleo-álcool de 1:6 (m/m), 1 % de KOH, temperatura de 32 °C, lavagem com HCl 0,1 M e água quente. Os rendimentos reacionais em relação à massa inicial do óleo de soja para o biodiesel nas vias metanólica e etanólica, foram de 98,1 e 96,0 %, com purezas de 96,08 e 97,51 %, respectivamente. Nas análises físico-químicas, todos os parâmetros para ambos biodieseis derivados do óleo de soja satisfizeram as exigências dos limites permitidos pelo Regulamento Técnico nº 4 da ANP. No estudo térmico, as curvas termogravimétricas evidenciaram que os biodieseis são mais voláteis em relação ao óleo de soja, e mais estáveis em relação ao diesel fóssil, e, portanto, o biodiesel é mais seguro em termos de armazenagem, manuseio e utilização como combustível. O estudo do armazenamento revelou que ocorreu redução nas temperaturas iniciais, nos tempos de indução oxidativa (OIT) e das energias entálpicas ao longo do processo de armazenagem. Por sua vez, acredita-se que as espécies formadas neste processo, causam a deterioração deste combustível, produzindo produtos secundários, tais como: aldeídos cetônicos α, β etilênicos além de outros compostos oxigenados que podem levar a formação de compostos insolúveis. As misturas binárias apresentaram propriedades similares ao diesel, além de favorecer a redução da viscosidade do biodiesel puro, promovendo maior eficiência no escoamento, enquanto que as volatilidades se assemelham ao diesel fóssil. Então, o biodiesel de soja e misturas B5, B15, B25 e B50 são aplicáveis como combustível alternativo.
     
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