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Título:  
  Flexibilidade fenotípica do trato gastrointestinal de ratos propensos e resistentes à obesidade submetida à restrição alimentar
Autor:  
  Ludimila Canuto Cabeço   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNESP/BOT/BIOLOGIA GERAL E APLICADA
Área Conhecimento  
  BIOLOGIA GERAL
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  506
Resumo  
  Numa população heterogênea de ratos é possível selecionar animais resistentes e propensos à obesidade, que apresentam diferenças intrínsecas como no depósito de gordura e em parâmetros metabólicos, endócrinos e neurais. No entanto, as características do trato gastrointestinal desses animais e suas respostas à restrição alimentar são pouco estudadas. O objetivo deste trabalho foi, portanto, estudar parâmetros morfofuncionais do trato gastrointestinal de animais propensos e resistentes à obesidade e avaliar os efeitos da restrição alimentar sobre tais parâmetros. Para tanto, ratos com 54 dias de idade foram inicialmente selecionados quanto à propensão e resistência à obesidade. Em seguida, todos os animais foram alimentados com dieta hiperlípidica por 10 semanas, após as quais os animais propensos (P) e resistentes à obesidade (R) foram divididos, sendo metade alimentado ad libitum (controle) e a outra metade restrito em 55% do ingerido pelo seu controle. Os grupos formados foram: PC = propenso controle; PR = Propenso Restrito; RC = Resistente Controle e RR = Resistente Restrito. Foram analisados a atividade enzimática intestinal (maltase e sacarase) e pancreática (lipase), digestibilidade de nutrientes, eficiência alimentar, peso corporal e peso de órgãos do trato gastrointestinal. Também foram quantificadas as gorduras de carcaça, periepididimal e retroperitoneal. A comparação entre grupos P e R foi feita por teste t e entre os grupos PC, PR, RC e RR, por ANOVA, seguida de teste Tukey, com P<0,05. O grupo propenso apresentou maior ingestão de alimentos, maior ganho de peso e maior peso corpóreo ao final do tratamento do que os resistentes. A eficiência alimentar foi similar nos dois grupos (P>0,05). Quanto aos parâmetros gastrointestinais analisados, foi verificado que apenas o intestino delgado e o fígado apresentaram diferenças de peso em função da propensão e resistência à obesidade, bem como em resposta à restrição. Porém, as respostas ocorreram na mesma intensidade em propensos e resistentes, sendo proporcionais ao peso corpóreo. A quantidade de gordura foi diferente entre propenso e resistente e em ambos houve diminuição da gordura total, periepididimal e de carcaça em resposta à restrição. Concluímos que animais propensos e resistentes apresentam diferenças nas dimensões dos órgãos gastrointestinais que, na sua maioria, guardam relação com as diferenças de peso corpóreo. Exceção a isso, são os intestinos delgado e grosso, cujos comprimentos relativos são maiores em animais resistentes. Concluímos também que não existem diferenças entre animais propensos e resistentes quando comparadas as respostas do trato gastrointestinal à restrição alimentar.
     
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